https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/issue/feedHistória e Cultura2026-01-06T10:04:30-03:00Equipe Editorial - Historia e Culturasecretariahistoriaecultura@gmail.comOpen Journal Systems<table border="0" width="790"> <tbody> <tr> <td align="center" width="240" height="343"><a href="https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/management/settings/context#masthead//index.php/historiaecultura"><img src="http://www.franca.unesp.br/Home/Pos-graduacao/hec.png" alt="099cad9dcda2db05417157aaa756732e2f1bc4fbf9e9fe9dc3pimgpsh_fullsize_distr.jpg" /></a><br /> <p> </p> </td> <td width="10"> </td> <td valign="top" width="526"> <p align="justify">A<strong> </strong>revista <strong><em>História e Cultura</em></strong> (ISSN: 2238-6270 - Qualis A3) é uma publicação eletrônica semestral editada por discentes do <a href="https://www.franca.unesp.br/#!/ensino/pos-graduacao/historia/">Programa de Pós-Graduação em História, interunidades entre a Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS) do câmpus de Franca e a Faculdade de Ciências e Letras (FCL) do câmpus de Assis</a> da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), com sede na cidade de Franca, São Paulo, Brasil.</p> <p align="justify">A <strong><em>História e Cultura</em></strong>, atenta às pesquisas e ao debate acadêmico desenvolvido na área de História e em áreas afins, publica textos inéditos de autoria de doutores, mestres e pós-graduandos stricto sensu, redigidos em português, espanhol, francês e inglês. Além de artigos para dossiês, a revista recebe contribuições em fluxo contínuo de artigos livres, entrevistas, resenhas e traduções.</p> <p align="justify">Deseja submeter um texto para a revista? Confira a seção <a href="https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/about">Sobre a Revista</a> e o item <a href="https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/about/submissions">Diretrizes para autores</a>. É necessário se <a href="https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/management/settings/context#masthead//index.php/historiaecultura/user/register">cadastrar</a> como "autor" neste portal de periódicos antes de submeter uma contribuição; caso já tenha se cadastrado, basta fazer o <a href="https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/login">login</a> e iniciar o processo de 5 passos para a submissão. </p> <p align="justify"> </p> <p align="justify"> O conteúdo desta revista é de acesso gratuito e é indexado pelos seguintes serviços:</p> <div> <table border="0" width="100%" align="center"> <tbody> <tr> <td width="37%" height="24%"><span class="style1 "><a href="https://www-periodicos-capes-gov-br.ezl.periodicos.capes.gov.br/index.php?option=com_pmetabusca&mn=70&smn=78&sfx=buscaRapida&type=p&Itemid=125&" target="_blank" rel="noopener">Periódicos (CAPES)</a></span></td> <td width="34%"><span class="style1 "><a href="https://scholar.google.com/citations?hl=pt-BR&view_op=list_hcore&venue=Jo7E8sklEIsJ.2023" target="_blank" rel="noopener">Google Scholar</a></span></td> <td width="29%"><a href="https://livre.cnen.gov.br/Inicial.asp">LivRe</a></td> </tr> <tr> <td height="25%"><a href="https://diadorim.ibict.br/vufind/Record/2-a0381121-6603-447b-bac3-9e18eda36734?sid=64" target="_blank" rel="noopener">Diadorim</a></td> <td><a href="https://www.redib.org/Record/oai_revista1377-hist%C3%B3ria-e-cultura" target="_blank" rel="noopener">REDIB</a></td> <td> </td> </tr> <tr> <td height="24%"><a href="https://latindex.org/latindex/ficha/20677" target="_blank" rel="noopener">Latindex</a></td> <td><a href="https://dialnet.unirioja.es/servlet/revista?codigo=2537">Dialnet</a></td> <td> </td> </tr> <tr> <td height="27%"><a href="https://miguilim.ibict.br/handle/miguilim/5932" target="_blank" rel="noopener">Ibict</a></td> <td><a href="https://kanalregister.hkdir.no/publiseringskanaler/erihplus/periodical/info.action?id=488919">ERIH PLUS </a></td> <td> </td> </tr> <tr> <td height="27%"> </td> <td> </td> <td> </td> </tr> <tr> <td height="27%"> </td> <td> </td> <td width="22%"> </td> </tr> </tbody> </table> </div> </td> </tr> </tbody> </table>https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5020Entre o real e o inventado: o conceito de ficção a partir de Hayden White e Ivan Jablonka2025-11-11T14:07:26-03:00Julia Ferrarezi Petratojuliaferrarezipetrato@gmail.comEdmo Videira Netoedmo.videira@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">O presente artigo tem como objetivo compreender de quais maneiras dois intelectuais definem o conceito de ficção em suas obras, sendo eles, Hayden White e Ivan Jablonka. Partindo da concepção de que ambos tensionam os limites disciplinares da história utilizando, para isso, a discussão a respeito das aproximações entre a história e a literatura, buscamos analisar de quais formas esses historiadores partem de lugares epistêmicos distintos para a elaboração conceitual dessa definição de ficção. </span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Julia Ferrarezi Petrato, Edmo Videira Netohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5032O lugar das crônicas:2025-09-21T13:34:17-03:00Ana Luiza Mello Santiago de Andradeanaluizaandrade@gmail.com<p>O presente texto tem por objetivo promover uma reflexão sobre as interpretações da literatura para os estudos históricos, levando em conta diferentes formas de olhar para a fonte literária. Assim, apresenta um debate historiográfico sobre o uso da fonte histórica e as interpretações dos historiadores para, enfim, voltar o foco para as crônicas, um tipo de literatura considerada menor, mas que possibilita ao historiador o contato com o cotidiano do passado. Apresentando algumas questões básicas para o trabalho com a fonte literária, reflexões sobre os caminhos da história e da literatura enquanto formas de contar/narrar o passado e discutindo as relações entre realidade e ficção esse texto procura discutir o potencial da literatura como fonte histórica. Além disso, dedica-se ao estudo específico das crônicas, textos escritos para serem lidos no dia a dia, presentes nas páginas dos jornais diários até hoje, e escritos para o esquecimento cotidiano, para serem superados na leitura do dia seguinte. Elas perenizam o cotidiano do passado e abrem portas para pesquisadores preocupados com a vida comum.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ana Luiza Andradehttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5007ENTRE AUSÊNCIAS E ESPECTROS:2025-10-20T15:39:01-03:00Marcelo Fidelis Kockelmarcelo.kockel@gmail.com<p>O presente artigo propõe uma reflexão sobre a escrita da história no mundo contemporâneo a partir de um exercício de fecundação da literatura de Hisham Matar. A análise se apoia nos conceitos de “passados singulares”, formulado pelo historiador italiano Enzo Traverso, e de “eu metódico”, cunhado pelo o francês Ivan Jablonka – ambos destacando a inserção da subjetividade do pesquisador num texto historiográfico. Paralelamente, busca-se explorar as relações entre ficção, literatura, história e eventos traumáticos, na perspectiva de Jablonka, LaCapra e Hayden White. Por fim, pretende-se refletir sobre o conceito de tempo, demonstrando como a autoficção de Matar abre espaço para se pensar numa temporalidade espectral, ausente-presente, como alternativa ao modelo linear e sucessivo, hegemônico durante o período moderno.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Marcelo Fidelis Kockelhttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5034EU ME VEJO INDO ATÉ O BOSQUE E DEIXANDO O CARRINHO IR LADEIRA ABAIXO2025-11-26T19:46:12-03:00Flávia Theis Jungesflavia.junges@acad.ufsm.brFabiane Pacheco da Cunhafabiane.pacheco@acad.ufsm.brJanaína dos Santos Puchalskijanaina.puchalski@acad.ufsm.br<p>O artigo propõe uma leitura crítica do romance <em>Morra, amor</em>, de Ariana Harwicz, a partir do diálogo com a historiografia e a teoria social sobre a normatização dos corpos femininos. A narrativa, marcada por um fluxo de consciência caótico e sensorial, apresenta uma personagem materna que desafia os modelos tradicionais de maternidade. Com base em Badinter (1985), analisam-se os dispositivos históricos que naturalizaram o papel da mãe como centro moral da família. A obra evidencia uma maternidade vivida com angústia, hostilidade e desejo de ruptura, refletindo os efeitos subjetivos das imposições sociais. A personagem não representa uma anomalia, mas sim o sintoma de um modelo que oprime e silencia. Sua recusa em performar o ideal materno é lida como um gesto de subversão, trazendo a importância de se desnaturalizar a maternidade e escutar experiências que rompem com o mito da mãe ideal.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Flávia Theis Junges, Fabiane Pacheco da Cunha, Janaína dos Santos Puchalskihttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5027"Mas um dia afinal eu toparei comigo"2025-12-02T12:22:29-03:00Maria Eduarda Sampaio Alvesalvesmariaeduardasampaio@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo propõe uma releitura da poesia de Mário de Andrade à luz de tendências acadêmicas e culturais do século XXI. No cenário dos novos estudos sobre o modernismo brasileiro, analisamos interpretações que destacam aspectos antes negligenciados na compreensão de Mário, particularmente sua racialidade e sexualidade. A partir do trabalho de Roland Bleiker (2009), questionamos a visão tradicional que enxerga o autor como um poeta apolítico, propondo, em vez disso, uma leitura que evidencie seu potencial engajamento com questões identitárias. Ao destacar essas dimensões antes negligenciadas, argumentamos que tais perspectivas não apenas renovam a compreensão de sua obra, mas também reforçam sua ressonância em discussões atuais.</span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Maria Eduarda Sampaio Alveshttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5009THE LGBTQ+ HISTORICAL IMAGINATION AND ITS NARRATIVES:2025-11-25T11:05:35-03:00Giordana Bueno Longonigiordanablongoni@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Utilizando métodos dos Estudos de Recepção, esta investigação procura entender o efeito que o romance histórico A Canção de Aquiles (Miller, 2011) teve em seus leitores e em seu entendimento sobre o passado e a disciplina Histórica. Argumentamos que a imaginação histórica LGBTQ+ e os produtos culturais criados por ela podem ser usados para legitimar uma identidade contemporânea, e como pontos de identificação afetiva e de reconhecimento para a comunidade. Mostramos também como o romance está sendo utilizado como uma plataforma para leitores criticarem a História enquanto disciplina, dando voz à sua suspeição e desconfiança dos seus profissionais, e para demandar maior representação para sujeitos LGBTQ+ em narrativas sobre o passado, sejam históricas ou ficcionais. Por fim, consideramos também o impacto emocional que comunidades marginalizadas sentem quando são representados na História e na Literatura de uma forma positiva.</span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Giordana Bueno Longonihttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4997Graciliano Ramos na União Soviética: 2025-10-03T14:37:24-03:00Vinícius Azevedoviniazv@gmail.com<p>Em abril de 1952, Graciliano Ramos (1892-1953), então membro do Partido Comunista do Brasil (PCB), viajou à União Soviética para as comemorações do 1º de Maio, visitando escolas, fábricas, pontos turísticos e culturais. Dessa experiência, nasceu Viagem (1954), obra póstuma e incompleta com impressões do autor sobre o Leste Europeu socialista. Este trabalho divide-se em duas partes: na primeira, analisamos quatro dessas reflexões, três em Moscou, capital russa, e uma em Tbilisi, capital da Geórgia. Na segunda, apresentamos a recepção da obra pelo PCB, em três momentos: a tentativa de impugnação do livro, as críticas iniciais e, após o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (1956), a autocrítica dos comunistas brasileiros sobre o tratamento dado aos escritores do Partido.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Vinícius Azevedohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5003POR TRÁS DA MÁSCARA PACÍFICA DO REGIME:2025-10-10T12:06:09-03:00Rubens Corgozinhorubensfcj@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">O presente trabalho parte de uma leitura da produção inicial de Rubem Fonseca, ao longo dos anos de 1960. Apesar de os livros do período não se caracterizarem pelo “brutalismo” que seria atribuído ao autor na década seguinte, é possível observar que já nesse momento as narrativas lidam com a realidade marginal e, frequentemente, violenta do contexto urbano brasileiro. Essas narrativas, em oposição à atmosfera pacífica e de cordialidade coletiva afirmada pelos meios de comunicação do Regime Militar, apresentam a face oculta ou ao menos indesejável da sociedade de então, em que as classes dominantes, as instituições de segurança pública e os indivíduos marginais se aproximam pela transgressão insistente dos valores fomentados pelo discurso governista. A análise parte sobretudo dos contos “A coleira do cão” e “O caso de F.A.”, utilizando também textos que dão conta do momento político vivido à época.</span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Rubens Corgozinhohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5021O NARRADOR E OS MORTOS INSEPULTOS DA DITADURA EM O CORPO INTERMINÁVEL (2019), DE CLÁUDIA LAGE2025-09-04T19:20:46-03:00Júlia de Almeida Pradojuliaaprado12@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">O presente artigo tem como objetivo analisar o romance </span><em><span style="font-weight: 400;">O Corpo Interminável</span></em><span style="font-weight: 400;"> (2019), de Cláudia Lage, abordando a representação simbólica de traumas individuais e coletivos produzidos pela Ditadura Militar (1964-1985), que persistem até os dias atuais. Partindo de referenciais teóricos como Walter Benjamin, Jeanne Marie Gagnebin e Márcio Seligmann-Silva, observa-se a ficção como parte de um trabalho de luto e elaboração da memória coletiva. A obra é analisada conjuntamente a entrevistas da autora e depoimentos de familiares de vítimas do regime, destacando-se as temáticas do impacto dos desaparecimentos políticos na coletividade, os efeitos do silenciamento imposto e as tensões no presente decorrentes do trauma histórico, abordadas na narração do protagonista. </span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Júlia de Almeida Pradohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4685UMA ARQUEOLOGIA PÚBLICA PARA O SUL-SUDOESTE MINEIRO2025-10-20T15:27:57-03:00SOLANGE SCHIAVETTOsolange.schiavetto@uemg.brPaulo Araújo de Almeidaaraujopalmeida@yahoo.com.br<p>O presente artigo busca trazer subsídios para se pensar uma Arqueologia Pública na região sul-sudoeste de Minas Gerais. Argumenta que há um descompasso entre a quantidade de investigações arqueológicas e o acesso do público tanto ao material arqueológico escavado como ao conhecimento dele advindo. Procura descrever um breve panorama das pesquisas arqueológicas já bem conhecidas pelo público acadêmico, além de indicar iniciativas importantes que tem acontecido em locais estratégicos da macrorregião em estudo. Apresenta resultados parciais de um projeto acadêmico em andamento, que busca criar um banco de dados sobre as pesquisas e os vestígios encontrados. Finaliza apontando como caminho viável para uma Arqueologia mais próxima das comunidades, valorizar propostas que, além de produzir estudos e documentação científica em relatórios oficiais, levem em consideração os saberes não acadêmicos de cidadãos comuns que no decorrer de suas histórias foram distanciados dos conhecimentos sobre o passado da região.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 SOLANGE SCHIAVETTO, Paulo Araújo de Almeidahttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4729HISTÓRIA ÚNICA E SILENCIAMENTO NOS DISCURSOS SOBRE A HISTÓRIA DE TARRAFAS-CE2024-11-01T20:31:09-03:00Wesley Guilherme Idelfoncio de Vasconceloswesley.vasconcelos@urca.brSandra Maia-Vasconcelossandra.vasconcelos@urca.brClaudia Rejanne Pinheiro Grangeiroclaudia.pinheiro@urca.br<p><span style="font-weight: 400;">Este trabalho discute como é contada a história do município de Tarrafas-Ceará. Que foi contada de uma forma essencialmente baseada na oralidade e quem a pesquisou possuía uma dupla legitimidade, de intelectual e de político, e fez com que esta se tornasse a única narrativa possível, silenciando qualquer outra. Visamos entrelaçar os conceitos de História Única, debatido por Chimamanda Ngozi Adichie (2019), política do silêncio ou silenciamento, cunhado por Eni Orlandi (2007) e o de acontecimento e ciência-régia, discutido por Michel Pêcheux (2006), para discutir esse processo de apagamento e dos riscos das histórias únicas para a formação da identidade de um município através dos discursos circulantes sobre a fundação de Tarrafas, partindo da obra escrita por Vasconcelos (2022).</span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Wesley Guilherme Idelfoncio de Vasconcelos, Sandra Maia-Vasconcelos, Claudia Rejanne Pinheiro Grangeirohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4734KITCHEN OR CUISINE?2025-07-09T08:53:20-03:00Isis Fonseca Sáisisfonsecasa@gmail.comThaina Schwan Karlsthainaschwan.ufrj@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo analisa de forma comparada dois livros de receitas considerados relevantes em seus países: </span><em><span style="font-weight: 400;">Le Cuisinier Impérial,</span></em><span style="font-weight: 400;"> publicado na França em 1806 e </span><em><span style="font-weight: 400;">Cozinheiro Imperial</span></em><span style="font-weight: 400;">, publicado no Brasil em 1840. Procuramos investigar as possíveis relações e a influência do compêndio europeu sobre o nacional. Pesquisas anteriores afirmam que as preparações contidas na obra brasileira foram copiadas de tratados de cozinha portuguesa. No entanto, é consenso entre a historiografia brasileira que no século XIX, o Brasil almejava se distanciar da antiga metrópole e se aproximar do ideal francês, considerado modelo de civilidade e refinamento, inclusive nos hábitos alimentares e modos à mesa. Ao examinarmos as estruturas dos impressos e os enunciados das receitas, constatamos que a publicação francesa pode ter sido mais uma fonte de “inspiração” para a brasileira.</span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Isis Fonseca Sá, Thaina Schwan Karlshttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4740UN SECRETO A VOCES:2025-06-11T17:00:56-03:00Lior Zylbermanlzylberman@untref.edu.ar<p>Como parte de uma investigação sobre a representação do genocídio no cinema, este artigo tem como objetivo examinar como o campo de concentração nazista foi caracterizado em uma série de filmes durante os anos nazistas. Muito se tem discutido sobre a maneira como o cinema representou o Holocausto, criando o que alguns autores chamam de “imaginário genocida”, mas o trabalho sobre a produção cinematográfica durante os anos anteriores, durante os anos da Segunda Guerra Mundial, tende a ter menos espaço para discussão. Assim, este texto se propõe a explorar a representação dos campos de concentração durante os anos nazistas em um determinado corpus de filmes. Com eles, investigará que imaginário sobre os campos eles forjam, bem como que narrativas ou motivos narrativos eles apresentam.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Lior Zylbermanhttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4780A TRAJETÓRIA DO CUXÁ NO MARANHÃO NOS SÉCULOS XIX E XX: 2025-06-02T11:12:29-03:00Liliane Faria Corrêa Pintolilianefcorrea@gmail.comLetícia Thalia Sousa de Souzaleticia.thalia.sousa@gmail.com<p>O artigo explora a trajetória do cuxá, um prato típico do Maranhão, como expressão cultural e patrimonial. Analisa a planta <em>Hibiscus sabdariffa</em>, conhecida como vinagreira, sua origem e uso histórico, e discute como o prato “arroz de cuxá” era consumido na boemia ludovicense no século XIX. No século XX, o cuxá ganhou novos significados, tornando-se símbolo da identidade cultural maranhense e do turismo gastronômico. A partir de fontes periódicas, textos históricos, poemas e crônicas nos jornais revelam a evolução das narrativas em torno do prato, de suas ligações com o contexto noturno à sua ressignificação como comida afetiva e patrimônio alimentar. Atualmente, o cuxá é uma representação cultural do Maranhão, simbolizando tanto a memória coletiva quanto a diversidade alimentar nacional.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Liliane Faria Corrêa Pinto, Letícia Thalia Sousa de Souzahttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4783“A CAMPANHA MOSTROU QUEM ESTAVA DE PALHAÇADA”:2025-06-18T14:27:09-03:00Higor Rafael de Sousa Aguiarhigorsousaguiar@gmail.comClaudia Cristina da Silva Fontinelesclaudiafontineles@ufpi.edu.br<p>Este artigo objetiva analisar o debate em torno da presença de humoristas nas propagandas eleitorais dos candidatos a prefeito de Teresina nas eleições municipais de 2012. As campanhas de Firmino Filho (PSDB) e Elmano Férrer (PTB) contrataram humoristas consagrados no estado do Piauí, o que gerou discussões entre opositores e parte da imprensa, sobretudo acerca de questões como: o humor foi utilizado para mascarar a falta de ideias e propostas ou foi apenas uma estratégia para atrair a atenção do público? Com esse fim, dialoga-se com fontes hemerográficas como os jornais O Dia e Meio Norte, disponíveis no Arquivo Público do Piauí. Para a fundamentação teórica e metodológica, recorremos a autores como Bernard Manin e Antônio Rubim para discutir as transformações no processo eleitoral na chamada "democracia do público", com ênfase no papel da mídia. Através da análise dessa experiência, visa-se contribuir para o estudo das eleições e do processo democrático brasileiro.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Higor Rafael de Sousa Aguiar, Claudia Cristina da Silva Fontineleshttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4784INTERFACES DA ORDEM INDUSTRIAL:2025-07-29T18:01:12-03:00Abraão Pustrelo Damiãoabraaod@ifsp.edu.br<p>O objetivo desta pesquisa foi discutir como a disciplina e o poder disciplinar, descritos pelo filósofo Michael Foucault (1926-1984), constituem uma chave analítica à compreensão da administração científica do trabalho proposta por Frederick Taylor (1856-1915). Buscamos demonstrar, nesse sentido, como os dispositivos disciplinares foram importantes para a criação de uma sociedade coorporativa, sustentada por uma noção específica de ordem e de controle, como pretendia Taylor. Metodologicamente, realizamos uma apreciação crítica e comparativa da bibliografia selecionada e de teorias existentes sobre o tema. Os resultados apresentam, assim, sínteses teórico-conceituais para aprofundar o debate, histórico e contextual, de como às técnicas de gestão da vida e do trabalho, propostas por Taylor, acompanharam um conjunto de ações (re)produzidas sobre corpo e a consciência do trabalhador.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Abraão Pustrelo Damiãohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4792INDÍGENAS NA REVISTA A DEFESA NACIONAL (1988-1992):2025-06-06T03:38:27-03:00Alexandre Ataide de Limaalex_ataide@live.com<p>Diante da promulgação da Constituição Federal de 1988, quais foram as impressões manifestadas pelo oficialato do Exército Brasileiro em relação aos povos originários? O objetivo geral deste artigo é analisar a categoria “Os indígenas do passado” na revista "A Defesa Nacional" entre 1988 e 1992. Para isso, emprega-se a metodologia de análise de conteúdo com o intuito de explorar as narrativas históricas e os estereótipos presentes nos textos do periódico. A análise indica que as representações dos indígenas são marcadas por um imaginário social que mescla realidade, regras sociais e estereótipos com interpretações militaristas. Tais percepções moldam a compreensão dos oficiais sobre o papel dos indígenas na sociedade brasileira e refletem uma complexa dinâmica entre história, cultura e identidade militar.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Alexandre Ataide de Limahttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4824O Latin Grammy e a Comunidade Cubana Exilada: 2025-06-09T09:32:50-03:00Igor Lemos Moreiraigorlemoreira@gmail.com<p>Com sua primeira edição realizada em 2000, o <em>Latin Grammy </em>é a consolidar espaços de reafirmações latinas no <em>mainstream</em>. Marcado por definições complexas entorno das identidades "latinas" a serem representadas na premiação, o <em>Latin Grammy </em>foi palco de uma série de debates, discussões e politizações que extrapolaram a indústria da cultura, ganhando contornos geopolíticos e comunitários importantes. O presente artigo analisa como a premiação, lançada pela LARAS e que mobilizou diferentes setores sociais, econômicos, políticos e culturais se tornou palco central para disputas entorno da comunidade cubana no exílio em suas primeiras edições. Deste modo, elaboram-se alguns breves comentários sobre a concepção complexa, contraditória e fluída da Latinidade envolvida na premiação. Em seguida, são analisadas as tenções entorno da participação da comunidade cubana exilada na politização do <em>Latin Grammy, </em>com particular ênfase ao anticastrismo.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Igor Lemos Moreirahttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4829“POVOS DE TRAJETÓRIAS” NO SERTÃO PARAIBANO: 2025-06-30T22:15:55-03:00Larissa Sousa Fernandes larissasousa@professor.ufcg.edu.brJosé Otávio Aguiarotaviojaguiar@gmail.comMara Karinne Lopes Veriato Barroskarinnelv@yahoo.com.br<p>Este artigo investiga a governança socioambiental em um território quilombola do semiárido paraibano, adotando uma perspectiva que busca compreender, por meio da vivência e do conhecimento quilombola, como essas comunidades podem se organizar como territórios coletivos e autônomos, incorporando suas próprias concepções e práticas. Utilizando o método etnográfico, buscamos entender a cultura e as relações sociais e ambientais presentes na comunidade. Realizamos visitas de campo e entrevistas, aplicando o método de memória e história oral. A partir das narrativas dos entrevistados, foi possível vislumbrar a evolução da comunidade, as mudanças socioambientais ocorridas e relacioná-las com o tempo histórico e a evolução das políticas públicas, confrontando os documentos oficiais com a percepção sensível da comunidade</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Larissa Sousa Fernandes , José Otávio Aguiar, Mara Karinne Lopes Veriato Barroshttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4843O MANTO TUPINAMBÁ:2025-08-12T10:36:37-03:00Tamara Juriattitamara.juriatti@gmail.comJuliana Avila Pereirajul.av49@gmail.comGuilherme Susin Sirtoliguisusinsirtoli@gmail.com<p>O artigo analisa a ressignificação do Manto Tupinambá na arte indígena contemporânea, enfatizando sua relevância cultural e histórica. A partir da obra de Glicéria Tupinambá, discute a recuperação de saberes ancestrais e a confecção de novos mantos como símbolo da luta pela demarcação de terras e preservação cultural. Examina a trajetória da peça, desde sua apropriação colonial até seu retorno ao Brasil, ressaltando suas implicações sociais e espirituais. A arte indígena contemporânea emerge como resistência política, desafiando narrativas hegemônicas. Além disso, destaca-se a conexão entre arte, preservação ambiental e luta territorial, reforçando a necessidade de reparações e reconhecimento dos direitos dos povos originários no Brasil atual.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Tamara Juriatti, Juliana Avila Pereira, Guilherme Susin Sirtolihttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4857A DEFESA DA ORDEM E A GUERRA AO SUBVERSIVO:2025-06-18T15:22:21-03:00Izabele Diamanteizabele.diamante@uel.brFernando Munhozfernando.munhoz22@uel.br<p>O presente trabalho tem por objetivo discutir o estado de exceção da década de 1960 e 1970 no Brasil, especialmente seus aspectos jurídicos e históricos. Para isso, usaremos o aporte teórico de Carl Schimitt acerca das questões jurídicas, e de Bronislaw Baczko sobre Imaginário Social. Através da análise do relatório especial de informação produzido pelo Ministério da Aeronáutica, de 1973, onde o assunto principal era “Teoria e Prática da Contra Rebelião”, verifica-se o esforço no campo jurídico e social para difundir no meio militar uma narrativa sobre a luta contra a subversão e sobre os subversivos. Perceber a construção de uma narrativa específica é essencial para entender os desdobramentos do período que chegaram aos nossos dias criando inúmeros mitos e crenças que ainda hoje são capazes de agirem no imaginário da população.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Izabele Diamante, Fernando Munhozhttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4858Kira Muratova, autora na margem do estado censor2025-06-10T10:30:09-03:00Iurii Kokiniuriialexeev@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo investiga a trajetória histórica e biográfica de Kira Muratova, analisando como sua visão autoral se desenvolveu no contexto das políticas culturais da União Soviética. O objetivo central é compreender de que maneira seus primeiros filmes delineiam uma linguagem estética singular, desafiando as convenções narrativas e formais do cinema soviético oficial. A análise é estruturada em dois eixos complementares: o primeiro examina a interação entre as diretrizes culturais estatais e seus impactos nos processos de produção, na estética e na linguagem cinematográfica; o segundo realiza uma revisão crítica dos primeiros filmes da diretora, com ênfase em </span><em><span style="font-weight: 400;">Breves Encontros</span></em><span style="font-weight: 400;"> (1967), seu primeiro filme solo. Essa abordagem integrada permite evidenciar como seus experimentos formais e narrativos antecipam uma estética autoral que se consolidaria em suas produções subsequentes.</span></p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Iurii Kokinhttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4869A SUBALTERNIZAÇÃO DA ALMA:2025-09-04T17:06:13-03:00Lorena Tavares Militaolorena.sim@gmail.comWaldimiro Maximino Tavares Césarwaldimiro.cesar@prof.am.gov.brJoão Gustavo Kienengustavokienen@ufam.edu.br<p>Este artigo analisa os efeitos do discurso na dominação e subalternização cultural e<br />identitária das populações indígenas da Amazônia no início do século XX, conforme retratado<br />no filme O Abraço da Serpente (2015), de Ciro Guerra. A pesquisa revela como a destruição<br />das tradições indígenas está ligada ao discurso salvacionista e à doutrina Orbis Christianus. Os<br />resultados indicam a necessidade de uma abordagem decolonial para compreender os processos<br />de apagamento e resistência dos povos originários diante do discurso cristianizador. A análise,<br />fundamentada em pesquisa bibliográfica e na observação do filme, utiliza autores como Casetti<br />&amp; Di Chio (2007), Fanon (2020), Lugones (2007), Orlandi (2009), Martins de Souza (2005),<br />Quijano (2005) e Pêcheux (1997), entre outros.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Lorena Tavares, Waldimiro César, Gustavo Kienenhttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4885MUNDOS IMAGINADOS NA ÉPOCA MEDIEVAL:2025-08-22T15:07:56-03:00Marcus Reismarcus.reis@unifesspa.edu.br<p>Este artigo analisa a construção de uma cartografia do sobrenatural na transição do Medievo à Modernidade, a partir de A Divina Comédia, de Dante Alighieri, e do mapa La Voragine dell’Inferno, de Sandro Botticelli. Com base na História Cultural, investiga-se como texto e imagem representam o Inferno, articulando códigos simbólicos e religiosos. Argumenta-se que tais produções expressam um mapeamento moral e espiritual, no qual o visível e o invisível se entrelaçam, revelando uma geografia sagrada marcada pela contrariedade e pelo medo. O trabalho propõe que essas obras funcionam como instrumentos para compreender imaginários sociais e crenças no espaço da longa duração.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Marcus Reishttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4901DIÁLOGOS PARA UMA HISTÓRIA ATRAVÉS DE IMAGENS:2025-09-18T14:12:23-03:00Ricardo Ferreira das Nevesricardo.fneves2@ufpe.brEdson Hely Silvaedsonsilva@capufpe.com<p>A pesquisa objetivou analisar os aspectos simbólicos em representações imagéticas nas expressões socioculturais indígenas Xukuru do Ororubá, na Aldeia Vila de Cimbres, Pesqueira/PE. Os Xukuru do Ororubá afirmam a identidade indígena materializados em seus rituais, danças, cultos, objetos, locais, pessoas e artes. Essa materialização pode ser observada por um signo, a fotografia. A partir da observação e captação fotográfica, cuja análise barthesiana sucedeu os sentidos denotados e conotados estabelecidos pelas fotografias. Os símbolos expressaram fortes relações com o sobrenatural - os Encantados, principalmente, a Mãe Tamain, espírito de luz superior, e Dona Zenilda, Cacique “Xicão” (Encantado de Luz) e Cacique Marcos, como símbolos de representatividade. A barretina representa um aspecto identitário específico dos Xukuru do Ororubá.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ricardo Ferreira das Neves, Senhorhttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4948HUMANISMO, VIRTÙ E A VIDA PÚBLICA NO DECORRER DO MOVIMENTO RENASCENTISTA:2025-10-09T15:35:31-03:00Jordana Eccel Schiojordanaschio06@gmail.com<p>Este artigo versa sobre o humanismo nos séculos XIV e XV na Península Itálica. Analisamos a atuação dos humanistas como agentes públicos que priorizavam a <em>vita activa</em> em vez da contemplação medieval. Exploramos também o papel da <em>virtù</em> na formação do indivíduo. Em suma, observamos que esses homens buscavam equilibrar ação e reflexão, pois almejavam um ideal capaz de alcançar fama e glória.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Jordana Eccel Schiohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4973HISTORIOGRAFIA DO CRIME E DA VIOLÊNCIA NO PARANÁ:2025-10-16T16:30:03-03:00Lucas Kosinskikosinski_lucas@hotmail.comHélio Sochodolaksochodo@gmail.comClóvis Gruner clovisgruner@gmail.com<p>Este artigo apresenta um balanço da produção historiográfica sobre o crime e a violência física no Paraná de 1985 até 2025. A pesquisa baseou-se na análise de dissertações e teses de universidades paranaenses e de outras instituições brasileiras que abordam direta ou indiretamente o tema. Os trabalhos foram sistematizados em ordem cronológica, permitindo identificar tendências, abordagens e lacunas. A síntese revelou padrões temáticos e metodológicos sobre o estado atual desses estudos, contribuindo para mapear o seu desenvolvimento e possibilidades futuras.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Lucas Kosinski, Hélio Sochodolak, Clóvis Gruner https://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4838PERCEPÇÕES DO POSITIVISMO NOS ESCRITOS CRÍTICOS DE RAMALHO ORTIGÃO E GONZAGA DUQUE2025-10-30T13:05:22-03:00Thiago Herdythiagoherdy@yahoo.com.br<p class="western" align="justify">O artigo analisa a recepção do positivismo nas críticas de arte de Ramalho Ortigão e Gonzaga Duque, dois intelectuais lusófonos do século XIX. Ambos autores demonstram como o positivismo foi uma solução ideológica para interpretar suas realidades sociais, revelando a influência dessa corrente filosófica em suas críticas artísticas e sociais, apesar da ausência de uma influência direta entre eles. O fenômeno do positivismo também é analisado sob a perspectiva das classes médias em ambos os contextos, ligando-se ao desenvolvimento cultural e à formação da sociedade capitalista na Europa e no Brasil.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Thiago Herdyhttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5239História e Literatura no Tempo Presente2026-01-05T17:26:43-03:00Pedro Eurico Rodriguespedro.eurico.rodrigues@gmail.comTathiana Cristina da Silva Anízio Cassianotathi.leandro@gmail.com2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pedro Eurico Rodrigues, Tathiana Cristina da Silva Anízio Cassianohttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/4782Literatura na Serra Leoa nos séculos XX e XXI:2025-07-17T10:30:26-03:00Rafael Barbosa de Jesus Santanarafaelsantana.aluno@unipampa.edu.br<p>A presente entrevista foi realizada presencialmente com a professora da Universidade da Serra Leoa (USL), Elizabeth Lucy Alberta Kamara, sendo um dos resultados da mobilidade acadêmica/pesquisa de campo realizada em Freetown por AUTOR. O encontro com Kamara ocorreu em dezembro de 2024 e só foi possível pelo apoio financeiro prestado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). A entrevista foi conduzida a partir de tópicos como gerações de literatas serra-leonenses, agendas temáticas, relação entre economia, sociedade, história e literatura, etc. As contribuições da educadora, poetisa e pesquisadora entrevistada nos abrem caminhos para futuros trabalhos acadêmicos que enfoquem suas análises na literatura da Serra Leoa, campo ainda pouco estudado na área da História no Brasil.</p>2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Rafael Barbosa de Jesus Santanahttps://periodicos.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/5238Editorial2025-12-22T23:48:58-03:00Larissa Manfrélarissa.manfre@unesp.br2026-01-06T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Larissa Manfré